segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Raios: o que são e de que são formados


Raios: o que são e de que são formados

É talvez a mais violenta manifestação da natureza. O raio é uma descarga elétrica luminosa, que se produz entre duas nuvens ou entre uma destas nuvens e o solo. Estas nuvens constituem-se a aproximadamente 2 km de altura da terra e estende-se por até 18 km acima.
 O choque entre as partículas de gelo dentro da nuvem causa uma separação de cargas elétricas negativas e positivas. 
raios
O Brasil é o lugar no qual se registra maior incidência de raios em todo o mundo. Uma das explicações para essas ocorrências são as condições de umidade, condutividade, ausência de grandes elevações no seu relevo e ao tamanho do território. No Brasil caem aproximadamente 100 milhões de raios por ano. 
O Brasil é o lugar no qual se registra maior incidência de raios em todo o mundo. Uma das explicações para essas ocorrências são as condições de umidade, condutividade, ausência de grandes elevações no seu relevo e ao tamanho do território. No Brasil caem aproximadamente 100 milhões de raios por ano.
Quando há uma diferença de cargas muito grande, uma carga elétrica negativa, denominada de condutor, deixa a nuvem ziguezagueia entre 30 a 50 m de altitude. Devido à intensidade do campo elétrico formado, as cargas positivas do solo mais perto do raio condutor, chamados de conectantes, saltam até encontrá-lo, assim fechando o circuito elétrico entre a nuvem e o solo. Somente quando as correntes elétricas se encontram é que tudo se ilumina e o raio pode ser visto.
Outro tipo de raio é chamado de positivo e a posição das cargas é invertida. Ocorre uma descarga negativa do solo e outra positiva da nuvem. Nos raios negativos, a descarga se origina do lado inferior da nuvem, enquanto nos positivos a sua origem é na parte alta da mesma. Para a formação destes dois tipos de raios, ocorrem descargas tanto do solo quanto da nuvem, mas a mais comum é de cima para baixo.

Alguns cuidados



  • Evite permanecer em lugares abertos, botes, praias, topo de elevações e embaixo de arvores.
  • Afaste-se de bons condutores de eletricidade; antenas, água, telefone, utensílios domésticos, etc.
  • Não tome banho (caso a descarga seja muito forte, a água pode conduzir a energia da descarga elétrica).

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

MRU Movimento Retilíneo Uniforme


MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORME (MRU) INTRODUÇÃO

A partir de agora passaremos a discutir tipos de movimentos e começaremos pelo 
Movimento Retilíneo Uniforme. Este tipo de movimento de define por variações de 
espaços iguais em intervalos de tempo iguais, em outras palavras a  velocidade é 
constante.
MRU
Observe no nosso exemplo que o rapaz percorre espaços iguais em tempos iguais. Ele 
leva 2 s para percorrer cada 10 m, ou seja, quando está a 10 m se passaram 2 s, quando 
está em 20 m se passaram 4 s e assim sucessivamente, de tal forma que se calcularmos 
sua velocidade em cada uma das posições descritas (comparadas com a posição inicial), 
teremos:
MRU
Portanto quando falamos de MRU não tem mais sentido em utilizarmos o conceito de 
velocidade média, já que a velocidade não se altera no decorrer do movimento, logo 
passaremos a utilizar:
v = vm 
FUNÇÃO HORÁRIA DO MRU
A função horária de um movimento, representa o endereço de um móvel no tempo, 
ou seja, ela fornece a posição desse móvel num instante qualquer. Com ela seremos 
capazes de prever tanto posições futuras do movimento, como conhecer posições em que 
o móvel já passou.
A seguir deduziremos a função s = f (t) para o MRU e como ponto de partida 
utilizaremos a definição de velocidade.
Observe o esquema abaixo:
MRU


  • O móvel parte de uma posição inicial so no instante t = 0;
  • Num instante t qualquer ele estará na posição s.

MRU

1) Um móvel descreve um movimento retilíneo uniforme, de acordo com a função horária:
S = -20 + 5t  (SI)
Para esse móvel determine:
(a) o espaço inicial e sua velocidade escalar;
(b) a posição no instante t = 10s;
(c) o instante em que ele passará pela origem dos espaços.
2) Um trem de 100m de comprimento, a uma velocidade constante de 10 m/s demora 1 
min para atravessar uma ponte. Determine o comprimento da ponte.
3) Dois carros, A e B, se deslocam numa pista retilínea, ambos no mesmo sentido e com 
velocidades constantes. O carro que está na frente desenvolve 72 km/h e o que está atrás 
desenvolve 126 km/h. Num certo instante, a distância entre eles é de 225 m.
(a) Quanto tempo o carro A gasta para alcançar o carro B ?
(b) Que distância o carro que está atrás precisa percorrer para alcançar o que está na 
frente ?
4) Duas estações A e B estão separadas por 200 km, medidos ao longo da trajetória. Pela 
estação A passa um trem P, no sentido de A para B, e simultaneamente passa por B um 
trem Q, no sentido de B para A. Os trens P e Q têm movimentos retilíneos e uniformes 
com velocidades de valores absolutos 70 km/h e 30 km/h, respectivamente. Determine o 
instante e a posição do encontro.
MRU

GRÁFICOS DO MRU
A utilização de gráficos é uma poderosa arma para interpretação de dados. Os 
gráficos são utilizados, por exemplo, em geografia para mostrar a evolução da densidade 
populacional de uma região, na política afim de mostrar a corrida eleitoral, ou seja, o 
posicionamento dos candidatos na disputa de um cargo político e também na matemática 
mostrando desde funções simples a funções complexas.
Em física, utilizaremos os gráficos para mostrar a evolução no tempo de grandezas 
como espaço, velocidade e aceleração.

GRÁFICOS DO ESPAÇO EM FUNÇÃO DO TEMPO (s x t)
No MRU, temos a seguinte função horária (s = f (t)): S = So + v.t
Como esta função é do 1o grau, podemos ter os seguintes gráficos s x t para o MRU:
MRU


GRÁFICOS DA VELOCIDADE EM FUNÇÃO DO TEMPO (v x t)
Para o MRU, a velocidade é constante e diferente de zero. Nesse caso a função será uma 
reta paralela ao eixo dos tempos.
MRU

GRÁFICOS DA ACELERAÇÃO EM FUNÇÃO DO TEMPO (a x t)
No MRU a aceleração é igual a zero e portanto teremos:
MRU

PROPRIEDADES NOS  GRÁFICOS DO MRU
No gráfico s x t, no MRU temos:

MRU
MRU
No gráfico v x t, no MRU temos:
MRU
MRU
MRU






sábado, 10 de agosto de 2013

Mecanismos Biológicos


Mecanismos Biológicos

O ser humano sempre foi movido pela curiosidade e pela ânsia do saber. 
Por vários séculos, realizou estudos e experimentos para tentar dar respostas 
a muitos problemas ao longo da sua caminhada pela Terra. Com isso, muitas 
teorias surgiram visando explicar seus anseios e suas necessidades, buscando respostas às seguintes indagações:
  Como a vida surgiu no Universo?
  Que mecanismos garantem a manutenção da vida?
Para responder a estas e tantas outras indagações, valemo-nos atualmente,  do  estudo  dos  mecanismos  que  explicam  como  funcionam  os  sistemas que compõem os seres vivos.
Procuraremos levá-los a uma viagem inigualável, rumo ao conhecimento e à busca de algumas respostas que tentam explicar alguns dos mecanismos peso quais os seres vivos garantem a sua sobrevivência. 
A própria natureza dessas reflexões já indicam a importância e a amplitude dos assuntos abordados. 
Para compreender o funcionamento das estruturas que compõem os seres vivos é necessário pensarmos o organismo de forma fragmentada, separada, permitindo análises especializadas de cada função biológica. 
Para compreendermos como interagem os diversos sistemas dos organismos, esta fragmentação será tratada de forma articulada, adentrando-se na compreensão dos mecanismos biofísicos e bioquímicos.
Os estudos dos mecanismos biológicos tendem a concentrar-se no entendimento de como as funções fisiológicas mudaram ao longo da história evolutiva dos seres vivos. Portanto, serão tratados de forma comparativa, procurando mostrar, à você, parte da complexidade dos sistemas.
Para  melhor  compreender  essa  complexidade,  outras  ciências  contribuem com seus conhecimentos. Por exemplo, a Física, tem papel fundamental em explicar como ocorrem essas funções vitais. O médico britânico William Harvey (1578–1657), usando conhecimentos físicos sobre a bomba hidráulica, descreveu detalhadamente o sistema circulatório humano ao conceber  o  coração  como  uma  bomba  que  impulsiona  o  sangue  por  todo o corpo. Efetivamente, os conceitos da Biologia também são indissociáveis dos conceitos da Química, como, por exemplo, na determinação do tipo sanguíneo.
A  Ciência  tem  se  mostrado  uma  poderosa  ferramenta  para  solucionar muitos problemas que surgem, principalmente, da relação entre os seres humanos e o mundo em que eles vivem.
Com os avanços da microscopia eletrônica, a partir da década de 1940,  passou  a  se  conhecer  muito  mais  a  estrutura  celular,  do  que foi possível com o microscópio óptico.
 Esse conhecimento, particularmente importante em termos de taxonomia, foi responsável pela classificação celular em duas categorias, de acordo com a disposição do material genético dentro da célula: células eucarióticas e células procarióticas. 
Essas unidades estruturais e funcionais básicas de todos os seres vivos, são constituídas por uma infinidade de moléculas e átomos que se agrupam para proporcionar a elas uma individualidade, tornando-as diferentes em sua estrutura, mas com semelhança em suas funções.
Tais funções celulares, desempenhadas pelas organelas citoplasmáticas, controlam cada organismo por meio da síntese de proteínas, do armazenamento  e  liberação  de  energia,  da  produção  de  substâncias que atuam no meio extracelular, entre outras funções. 
Um estudo muito importante que veio auxiliar na cura, na prevenção de algumas doenças e no entendimento de como acontece o desenvolvimento dos organismos é a embriologia. A embriologia explica a anatomia e as anormalidades que se formam nos indivíduos durante seu desenvolvimento. Esses conhecimentos ajudam os médicos a dar aos embriões as melhores possibilidades de desenvolver-se normalmente. Quem não quer ter um filho saudável? 
Com estes estudos pretendemos ajudá-lo a compreender as relações que se estabelecem entre o conhecimento científico e o contexto de vida social de cada um, para que você possa participar, de forma crítica, do debate sobre as aplicações dos avanços científicos e tecnológicos utilizando organismos vivos.

Os seres vivos mais Abundantes na Biosfera


Os seres mais Abundantes  Biosfera

No esquema de classificação apresentado, os procariontes constituem o reino Monera, considerado o reino mais primitivo e normalmente  obtendo  alimento  por  absorção,  no  caso  das  bactérias,  e  por fotossíntese  ou  quimiossíntese,  no  caso  das  cianobactérias.  O  reino Protista inclui os microrganismos eucariontes e já apresentam três tipos de nutrição: por ingestão ou absorção, no caso dos protozoários e pela fotossíntese, no caso das algas unicelulares
Os seres mais Abundantes na Biosfera

 Os  organismos eucariontes superiores são colocados  nos  reinos: Fungi (absorvem os nutrientes, por não apresentarem pigmento fotos-sintetizante, a clorofila), Plantae (plantas verdes e algas superiores fotossintetizantes) e Animalia (que ingerem os alimentos e em alguns casos, como dos parasitas, que obtém seus nutrientes por absorção).
Neste universo tão diversificado de seres vivos, cada qual com características próprias, a reprodução vem como diferencial para resolvermos o problema inicial sobre os seres mais abundantes que existem.
Em condições adequadas de alimento e temperatura, uma bactéria pode reproduzir-se a cada 20 minutos, dando origem, 11 horas depois, a
seis bilhões de células (número próximo da população humana mundial em 1999, segundo dados da ONU).
Os Protistas não se desenvolvem a partir de um embrião, como ocorre em plantas e animais, não se desenvolvem a partir  de  esporos  característicos  como  nos  fungos,  e  nem com a rapidez das bactérias. Como exemplo, temos a ameba , que em condições ideais de laboratório (24ºC), necessita de alguns dias para se reproduzir.
Os seres mais Abundantes na Biosfera
Esquema  de  uma  ameba
No caso dos fungos, eles têm em comum com as plantas a formação de esporos, por esta razão, foram por muito tempo classificados no reino das plantas. Porém hoje formam um grupo à parte. Sabe-se que não formam sementes,
são desprovidos de pigmentos fotossintetizantes e responsáveis pelos processos decompositores. Quanto à reprodução vamos usar um exemplo muito conhecido, o fermento biológico comprado no supermercado, conhecido como lêvedo,  cujo  nome  científico  é Saccharomyces cerevisiae. Ao longo de sua vida, uma célula, por gemação, pode produzir  cerca  de  20  células-filhas.
Temos  também  nesse  grupo  o  champignon  Agaricus bisporus  que  leva  em  média 20 dias para se reproduzir.
Mas  existem  seres  que necessitam muito mais tempo para a reprodução, como a Pitangueira, uma Angiosperma que  leva  de  sete  a  oito  anos,  em  condições  favoráveis  de solo,  clima  e luminosidade,  para  gerar  seus  descendentes. Entretanto,  dentro  das  Gimnospermas,  existem  outras espécies  que  levam  muito  mais  tempo  para  alcançar  a maturidade  de  reprodução,  como  é  o  caso  da Araucaria angustifolia (Pinheiro do Paraná), com tempo estimado entre 18 a 20 anos.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Física uma Ciência em transformação

Física uma Ciência em transformação

A física é uma das ciências que investigam os fenômenos da natureza, destacando-se na analise de aspectos da matéria, térmicos, luminosos, elétricos e magnéticos. Além de seu próprio campo de pesquisa, ela auxilia as outras ciências da natureza como a química a astronomia a geografia e a biologia.
Como toda área do conhecimento humano a física foi construída à medida que novas descobertas eram feitas e antigas noções eram deixadas de lado. Isso não quer dizer que esse processo ocorreu de maneira linear e progressiva, pelo contrario: muitas idéias consideradas certas se mostraram erradas com o tempo e vice-versa.
Em todas as épocas, seres humanos empregavam grandes esforços para atingir um objetivo impossível: encontrar a verdade absoluta.
Os filósofos gregos que viveram entre 650 e 250 A.C  foram os primeiros a tentar compreender e interpretar os fenômenos naturais , analisando suas causas e conseqüências e também classificando-os .  Entre eles podemos destacar tales de mileto, Pitágoras de Samos Demócrito de abdera Sócrates Platão e Aristóteles, as diversas escolas gregas muitas vezes divergiam entre si a respeito de um mesmo assunto, como a concepção da existência ou não de uma substancia fundamental que formaria toda a Matéria.
Ao contrario do que se possam pensar as idéias divergentes foram fundamentais para o enriquecimento e melhoramento da cultura grega,
O conhecimento sistematizado por esses pensadores foi tão importante que sua influência se faz sentir ainda nos dias de hoje.
Apesar do grande interesse e fasticinio que os eventos celestes criavam ano ser humano, os estudos de  física nem sempre estiveram acompanhados dos estudos astronômicos.
A física aristotélica separava a terra (mundo sublunar) e associava os quatro elementos que firmavam os ciclos  terrestres (terra Água fogo e ar) aos dois tipos de movimentos naturais executados por eles (vertical para baixo e vertical para cima ) Por sua vez os corpos celestes eram construídos por uma substância chamada éter e executava um movimento circular . A discussão dos modelos de universo era tarefa dos astrônomos que se valiam da geometria para descrever o que era possível de se observar seu representante maior foi Claudio Ptolomeu que elaborou uma complexa teoria matemática sobre o movimento dos planetas como geocentrismo (a terra no centro do universo).
Nos Séculos XVI e XVII, porém novas idéias sobre o universo e sobre os movimentos dos corpos foram apresentadas por Nicolau Copénico, Giordano Bruno, Tyco Brahe, Johannes Kepler e Galileu Galilei. Todos eles chegaram a conclusões que abalaram ou romperam com a tradição e vigor . Galileu, em particular semore lembrado pelos seus feitos sobre a observação do céu com a luneta, analisou a queda dos corpos por meio de experimentos reais e imaginativos, e chegou à conclusão que puseram em xeque as idéias de Aristóteles sobre o assunto.
Física uma Ciência em transformação
Aristóteles foi um dos maiores filósofos da
antiguidade, destacando-se  á politica , á critica.
 literária e á ética. particularmente na física, sua
obra dos movimentos, incluindo
o dos corpos celestes
Essas novas interpretações da natureza foram agrupadas por historiadores como o conjunto de idéias que formalizaram a revolução cientifica ocorrida entre os períodos do renascimento da idade Moderna.

Porem como vimos, compreender a natureza não é tarefa das mais fáceis e os processos de transformação  são lentos e descontínuos. Conhecendo as antigas idéias e analisando as novas, Isaac Newton conseguiu um feito especial: sintetizou o conhecimento construído nos séculos anteriores e aprensetou sua teoria unificando a física celeste (gravitação universal) e a física terrestre (leis fundamentais dos movimentos). Sua principal obra, princípios matemáticos da filosofia natural, é uma das mais importantes obras da física, que influenciou todo o desenvolvimento posterior dessa ciência. Muitas das situações comuns que vivemos no nosso dia a dia e eventos celestes complexos envolvendo astros podem ser explicados com concepções nowtonianas.
Da mesma forma que a física aristotélica contribuiu e engessou por muito tempo o cenário das produções intelectuais sobre a natureza , entendemos hoje que a física newtoniana também se mostrou  ora avançada , ora retrograda dentro do contexto maior em tecnologia, um novo horizonte de eventos surge ara  ser desvendado e questiona a nossa compreensão sobre a realidade . em alguns casos , falta-nos estrutura presente e pensar  de forma diferente . é provável que nenhum cientista fosse capaz de , atualmente, repetir a afirmação do físico inglês Willian Thomson – mais conhecido como “Lord Kelvin” no final do século XIX  de que “nada mais há pra aprender na física “. A teoria da relatividade restrita e geral proposta por Albert Einstein e a mecânica quântica discutida por Max Planck são exemplos que ainda havia muita coisa para se fazer e pensar no campo da física no século XX.

E que surpresas nos guarda o século XXI? Muitas, com toda certeza. A diversa área cientifica se mostram cada vez mais capazes de lidar com situações complexas. Se por um lado as mesmas questões primordiais se encontram ainda sem respostas, por outro lado novas preocupações  como qualidade de vida , uso racional dos recursos naturais , preservando o planeta e manutenção da vida também instigam os pesquisadores a continuar buscando soluções , tendo, com sempre , a confiança na sociedade nos pareceres e contribuições trazidos por essa ciência